A globalização vem proporcionando grande agilidade no fluxo de informações entre os países. Com diversos processos sendo acelerados, vários setores da sociedade têm sido impactados pelas facilidades trazidas pelas novas tecnologias. Hábitos, rotinas e processos são modificados. Com tantas mudanças, tem sofrido alterações também o processo de educação em sala de aula. A Educação 4.0, o que há de mais novo no ramo, já é realidade no ensino: ela se refere ao uso de inteligência artificial ampliado e estimulando o conhecimento do aluno.

Rogério Gabriel, presidente e fundador da MoveEdu, explica que a utilização de novas ferramentas no ensino é um processo irreversível e, se bem utilizado, enriquecerá o método educacional. “É possível estimular o aprendizado do aluno e tornar as aulas mais dinâmicas. Nesse novo modelo, o estudante ganha mais voz ativa e se sente empoderado no processo de aprendizagem”, comenta.

A seguir, veja cinco caraterísticas positivas que a Educação 4. 0 traz ao ensino.

Alunos com maior autonomia

Na Educação 4.0 o aluno é estimulado a utilizar a tecnologia para a aprendizagem do conteúdo. Com estes recursos, ele conta com atividades lúdicas e interativas que o estimulam a ser mais ativo durante as aulas. “Hoje em dia o estudante não é mais aquele aluno que aceitava passivamente as informações passadas pelo professor. Ele quer debater, questionar e chegar a uma conclusão própria sobre o assunto”, conta Rogério.

Conexão entre alunos e professores

A tecnologia propõe mais interações entre quem é o fornecedor de conhecimento e quem irá recebê-lo. Assim, tudo é discutido até que se chegue às conclusões corretas. “Ao conversarem mais, alunos e professores passam a ter maior interação. Essa conexão torna a aprendizagem mais fluída e fácil de acontecer”, comenta o presidente da MoveEdu.

Estudantes com pensamentos críticos e mais engajados em sala

“No modelo de Educação 4.0, o estudante é estimulado a sempre questionar o conteúdo aprendido. Assim, cria-se um pensamento crítico de muito valor, pois o aluno adquire o hábito de sempre tentar entender a fundo a disciplina passada e se envolve mais nas aulas”, explica.

Aulas melhor aproveitadas

Com o maior engajamento e interesse de alunos, as aulas tendem a render mais. Eleva-se o nível de discussão e os estudantes debatem quais conclusões são as corretas. Logo, a aula é mais produtiva do que no antigo modelo, quando o professor tinha a voz ativa e o aluno possuía um comportamento passivo.

Educação democratizada

Ao mudar o antigo modelo em que o professor era a principal – e única – voz no ensino para um método em que há mais espaço para os estudantes, a tendência é que todos se sintam parte da discussão. “O jovem de hoje não gosta de sistemas hierarquizados. Eles querem se sentir em pé de igualdade com todos ao seu entorno”, explica o presidente. “Para esse público jovem, o ensino ser mais democrático é muito importante no processo de aprendizagem”.

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