A BossaBox, startup que desenvolve produtos digitais – por meio de squads – para grandes empresas, acaba de receber um investimento de R$1,6 milhão da Redpoint eventures. Entre os clientes da startup, estão Cia Hering, Unidas, Pfizer, Eleven Financial, Brazil Journal e Club Petro. Um dos cases de projetos é o aplicativo OMO Lavanderia, criado para a Unilever. Com o aporte, a BossaBox passa a ter um valuation de R$12 milhões.

A startup surgiu em 2017, por conta de uma inquietude dos sócios com relação ao quão atrasado o setor de serviços de software estava em relação a outros setores que estavam se transformando. “A nossa visão é a de que a tecnologia está mudando o mundo – e mudando para melhor. Contudo, 71% dos projetos de tecnologia ainda falham. Muita transformação potencial é desperdiçada por conta de uma má execução do trabalho envolvido em transformar uma ideia em software funcional”, explica André Abreu, CEO da empresa.

Após ingressar na GVentures, pré-aceleradora de startups da FGV, no 2º semestre de 2016, a empresa começou a operar no 1º semeste de 2017. A startup cria squads multidisciplinares com freelancers remotos, em um modelo “as-a-service”, para criar produtos para empresas em processo de transformação digital.

Aporte na BossaBox

Entre os investidores desta rodada, além da Redpoint, estão Diego Gomes (CEO da Rock Content), Renato Freitas (CTO da Yellow/99) , Guilherme Horn (investidor), o fundo B1, entre outros. “Esse investimento representa a possibilidade da BossaBox poder executar uma estratégia que nos aproxima mais rapidamente da nossa missão. Desde o início financiamos nosso crescimento por meio da nossa operação. Por conta disso, muitas vezes aquilo que era urgente foi priorizado frente ao que era importante”, explica o CEO.

Com o investimento, a startup pretende investir agressivamente em produto e tecnologia, “criando uma plataforma incrível que permita com que nossos usuários atinjam seus objetivos digitais e profissionais.”

A empresa também pretende trabalhar em refinar sua proposta de valor para grandes empresas. “Temos hoje um modelo operacional muito bom para as startups e vamos sofisticá-lo. Contudo, ainda há muita coisa a ser feita para ajudar as grandes empresas a acelerar seu processo de transformação digital e teremos esse foco com o aporte recebido”, diz.

Na plataforma da BossaBox, há cerca de 5.200 profissionais cadastrados, sendo mais de 4 mil desenvolvedores, 650 designers e 350 product managers. Para gerenciar tudo, são hoje 16 colaboradores. Em janeiro, a startup contava com apenas seis pessoas no time, e pretende terminar 2019 com 27 pessoas na equipe. De acordo com André, a previsão de faturamento para este ano é de R$3.5 milhões.

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