A Pitzi, insurtech líder de proteção para celulares no Brasil, anunciou o recebimento de uma nova rodada de investimento liderada por QED Investors e WTI. Valiant Partners e Thrive Capital, que já haviam apoiado a startup em rodadas anteriores, também participam nesse aporte e ampliam seu envolvimento no negócio.

Fundada em 2012, a Pitzi utiliza tecnologia, dados e inovação logística para levar o mercado de seguro de celular a um novo patamar e transformar a relação do brasileiro com o seguro. Os programas da Pitzi são construídos em parceria com algumas das maiores seguradoras no país e desenhados para atender às necessidades únicas de pequenos e grandes varejistas em todo o Brasil.

A insurtech já havia levantado cerca de R$ 70 milhões em outras três rodadas de investimento com a participação de Thrive, Kaszek Ventures, Flybridge e DCM, e, com o novo aporte, está sendo avaliada acima dos R$400 milhões.

Tendo ultrapassado recentemente o seu primeiro milhão de clientes, a Pitzi tem planos de expansão agressivos para ampliar a penetração dos programas de seguro de celular no Brasil, saindo dos atuais 4% para mais de 40% dos cerca de 200 milhões de aparelhos ativos no país.

Criada por Nigel Morris, cofundador da Capital One, a QED Investors é conhecida como um dos principais fundos de investimentos do segmento de fintechs no mundo. Além da Pitzi, a companhia já investiu em outras empresas de crescimento acelerado, como Nubank, Credit Karma, ClearScore, Avant, Konfio, Creditas, QuintoAndar, AvidXchange, Remitly, Loft e SoFi.

Junto da rodada, a insurtech brasileira recebe mais um profissional experiente em seu conselho: Bill Cilluffo, sócio na QED e ex-presidente na Capital One International. “Na QED temos uma grande experiência no uso de dados e tecnologia para habilitar modelos de negócios transformacionais e disruptivos. Isso é o que nos guia nas decisões de como investimos e apoiamos as empresas do nosso portfólio em suas missões. Acompanhamos a Pitzi há anos e estamos convencidos do seu potencial para gerar mudanças impactantes no mercado segurador brasileiro”, afirma Cilluffo.

“O time da QED é incomparável no universo das fintechs. Eles já chegam cheios de energia e com experiência de sobra para nos ajudar a provocar, de forma rápida, as transformações necessárias para ampliar o setor de seguro de celular no Brasil”, complementa Daniel Hatkoff, Fundador e CEO da Pitzi. “Hoje, só 4% dos smartphones são protegidos no país, comparado com até 90% em outras regiões. Queremos expandir o mercado, reduzir o gap e chegar a esse nível de penetração em um futuro próximo. E isso é só o começo”.

A grande expansão deve permitir à insurtech gerar um grande volume de dados e refinar ainda mais os algoritmos e a inteligência da operação, impactando não só a eficiência do seu negócio, mas também a rentabilidade dos parceiros e a experiência do consumidor. O objetivo da empresa, no entanto, vai muito além do crescimento puro e simples.

“O celular é possivelmente a ferramenta tecnológica mais revolucionária de todos os tempos para o consumidor brasileiro moderno. Como líderes de mercado, temos o dever de garantir que as pessoas continuem sendo empoderadas por essa importante ferramenta. É uma missão muito maior do que oferecer um seguro de celular e um compromisso sem volta para a Pitzi”, explica Hatkoff.

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