A Marvin, plataforma que atua em arranjo de pagamentos fundada em maio deste ano, acaba de receber mais uma rodada de investimento, liderado pela firma de investimentos Canary e com a participação do Eduardo Gouveia, ex-CEO da Cielo, Alelo, Livelo e Multiplus. O aporte é mais uma amostra do potencial da fintech, que em junho já havia anunciado um investimento liderado pela Mauá Capital, gestora do ex-diretor do Banco Central Luiz Fernando Figueiredo. Os valores do investimento não foram revelados.

Com um time sênior em arranjo de pagamentos, a Marvin é uma plataforma que viabiliza grandes fornecedores a vender mais, sem assumir o risco de crédito do seu cliente. “Por consequência, também ajudamos o cliente – que costuma ser um pequeno varejo – a comprar com melhores condições”, explicam os cofundadores, Henrique Echenique e Bernardo Vale. Para Vale, os novos investidores reforçam a visão da fintech, que chegou ao mercado com metas agressivas.

“Com esse novo aporte, trazemos para perto o Canary, que tem um super track record e entendeu bem nosso negócio dentro da indústria de venture capital. A chegada do Gouveia, uma grande referência no mercado e que temos uma baita admiração, também nos ajudará a alavancar os números para este segundo semestre”, diz Vale. Com mais de 20 indústrias como clientes, a empresa projeta transacionar R$ 500 milhões durante o segundo semestre de 2021.

Em seus primeiros meses, a startup tem recebido uma demanda acima do esperado. “O marvin.now, nossa solução de antecipação, está operando acima do que tínhamos planejado, atendendo hoje uma demanda que só esperávamos receber no início de 2022”, diz Henrique Echenique. Com os recursos, a empresa pretende continuar expandindo seu time. “Nosso principal objetivo é buscar empreendedores que queiram construir com a gente e acelerar ainda mais o crescimento. A dificuldade que o mercado está passando com as registradoras virou uma oportunidade para nós, então estamos acelerando”, complementa Bernardo.

“As habilidades demonstradas por Bernardo e Henrique em sua trajetória bem-sucedida nos atraíram muito. Eles foram o time que mais nos impressionou em termos de conhecimento do mercado de arranjo de pagamentos, e também pela forma como estão atacando essa oportunidade. Acreditamos que é uma área que oferece grande potencial não só para a construção de um negócio relevante, mas também para ajudar a economia brasileira”, diz Marcos Toledo, sócio da firma de venture capital Canary.

“Desde as primeiras interações com o time da Marvin, foi notória a expertise, tecnologia e o quanto estão preparados neste mercado. Isso me fez escolher investir neles. Acredito que essa parceria vai ter muito sucesso e frutos para o ecossistema como um todo”, comenta o investidor Eduardo Gouveia. 

Foto de destaque: Henrique Echenique e Bernardo Vale, cofundadores da Marvin.


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