Primeiro

é a saída forçada de um dos sócios da sociedade, ou seja, pelo fato morte ou invalidez. Essa saída é tão certa como os anos de vida que se passam e a única que podemos dizer que temos total certeza. Por isso o ideal é evitar que os acontecimentos imponham a saída.

Planejar a saída do negócio é deixar um legado para família, funcionários, clientes, fornecedores e sociedade. E como planejar o processo de saída? Exemplo: plano sucessório com seguro de vida contratado pela empresa cobrindo eventuais faltas ou preparação por sucessores ao nível dos sócios atuais

O segundo 

evento diz respeito a conflitos societários por problemas ou desentendimentos entre sócios. Nenhuma sociedade é criada esperando que haja um conflito futuro entre os sócios, mas os acontecimentos podem forças essa situação e normalmente os processos de dissolução são muito traumáticos. As ferramentas de fusões e aquisições que podem apoiar esse conflito pode ser uma operação entre os sócios atuais (negociando e tentando manter a saúde financeira e integridade da empresa) ou envolvendo partes terceiras. Quando a empresa é penalizada por conflitos societários, todos perdem. 

O terceiro 

e último evento está relacionado com as crises e transformações nos negócios. Primeiro as crises, que podem ir de hídrica/energia até pandemias mundiais, que irão impactar diretamente vários segmentos da economia. Esse evento pode gerar uma venda forçada da companhia com um deságio, não refletindo o valor justo da empresa. Uma ferramenta que pode ser utilizada é a fusão, onde 2 empresas concorrentes ou complementares se juntam para ter receita complementar, combater custo fixo, sinergia de produção, etc. Assim fortalece o negócio em prol de vencer o desafio. 

Já as transformações nos negócios sempre existiram e sempre existirão, seja por aspectos tecnológicos, seja por pessoas e tantos outros fatores. 

E nesse caso sai na frente quem consegue inovar e se reinventar mais rápido. Gosto muito da metáfora de um jardim heterogêneo, onde teremos arvores maduras dando bons frutos (empresas tradicionais dando seus lucros) e sementes germinando que não dão frutos ainda, mas precisa de água, alimento, adubo, atenção e cuidado, pois serão a arvore de amanhã (nesse caso podemos associar com as startups). 

Uma ferramenta de fusões e aquisições que vem sendo utilizada para apoiar no processo de transformação é o corporate venture capital e o open innovation, onde empresas tradicionais investem capital, tempo, disponibiliza clientes e experiencia com startups que são novas, com muita energia e inovadoras, assim forma uma conexão para que a empresa tradicional monitore a próxima curva para manter-se no mercado. 

Quer saber mais? Entre em contato conosco para marcarmos uma reunião e entendermos melhor sua demanda. Acesso nosso site.

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